O Novo Luxo Não Se Compra. Chama-se Tempo.
Durante muitos anos ensinaram-nos a reconhecer o luxo pelo preço.
O carro, a casa, o relógio, o hotel, o restaurante. Quanto mais raro, exclusivo e caro, maior seria o luxo.
Talvez estejamos a entrar numa época em que o verdadeiro luxo começa a ser outro: ter tempo e poder decidir o que fazer com ele.
Tempo para tomar um café sem olhar constantemente para o telefone. Para almoçar sem ter uma reunião logo a seguir. Para viajar sem sentir necessidade de fotografar cada lugar. Para conversar sem estar simultaneamente a responder a mensagens. Para ler um livro sem interrupções.
Até para não fazer absolutamente nada.
Parece pouco. Mas começa a ser extraordinariamente raro.
Criámos máquinas para poupar tempo. E ficámos sem ele.
Há uma contradição na vida moderna que me intriga.
Nunca tivemos tanta tecnologia destinada a poupar-nos tempo.
Já não precisamos de ir ao banco para fazer uma transferência. Não precisamos de ir a uma agência para comprar uma viagem. Podemos fazer compras sem sair de casa. Uma mensagem chega ao outro lado do mundo em segundos. Podemos realizar uma reunião com alguém em qualquer continente sem sair do escritório.
Agora temos inteligência artificial capaz de fazer em minutos tarefas que anteriormente demoravam horas.
Seria razoável imaginar que todo este progresso nos tivesse oferecido mais tempo.
Mas aconteceu qualquer coisa estranha.
Quanto mais rápidos nos tornámos, maior parece ser a nossa falta de tempo.
Preenchemos imediatamente cada minuto que conseguimos libertar.
Se uma tarefa que demorava duas horas passa a demorar uma, raramente utilizamos a hora que ganhámos para passear, conversar ou simplesmente descansar. Colocamos outra tarefa nesse espaço.
E depois outra.
A tecnologia aumentou a nossa capacidade de fazer coisas, mas não necessariamente a nossa capacidade de desfrutar do tempo que poupámos.
Existe uma pobreza que não aparece na conta bancária
Normalmente associamos pobreza à falta de dinheiro.
Mas começa a falar-se cada vez mais de outra forma de escassez: a falta de tempo.
A investigação utiliza mesmo um conceito interessante: “time affluence”, que poderíamos traduzir como riqueza de tempo.
Uma revisão científica publicada em julho de 2026 na Frontiers in Public Health analisou a investigação existente sobre este fenómeno. O conceito não significa simplesmente ter muitas horas livres. Significa sentir que temos tempo suficiente e, sobretudo, autonomia para decidir como queremos utilizá-lo.
A literatura analisada encontra uma associação entre maior riqueza de tempo, maior satisfação com a vida e bem-estar psicológico, assim como menor stress. Os próprios investigadores alertam que ainda existem limitações metodológicas e que nem todas estas relações podem ser interpretadas como causais.
Mas a ideia merece reflexão.
Podemos ter dinheiro e sentir-nos pobres de tempo.
Podemos ter uma boa casa onde quase nunca estamos.
Um automóvel fantástico utilizado sobretudo para correr de compromisso em compromisso.
Podemos viajar para lugares extraordinários e passar metade da viagem a olhar para um ecrã.
Podemos jantar num excelente restaurante e interromper a conversa dezenas de vezes para verificar mensagens.
Temos as coisas.
Mas será que temos tempo para as viver?
Talvez tenhamos confundido sucesso com ocupação
Durante muitos anos criámos uma estranha associação entre estar ocupado e ser importante.
“Não tenho tempo.”
“Tenho a agenda cheia.”
“Ando a mil.”
Dizemos estas frases quase como medalhas.
Uma pessoa com muito tempo disponível pode até sentir necessidade de justificar-se, como se ter tempo significasse não ter responsabilidades suficientes.
Talvez devêssemos inverter esta lógica.
Uma pessoa que conseguiu organizar a sua vida de maneira a dispor do próprio tempo pode não ser menos bem-sucedida.
Pode simplesmente ter percebido mais cedo aquilo que muitos descobrem demasiado tarde.
O dinheiro perdido pode voltar a ganhar-se. O tempo perdido não volta.
Comprar tempo pode ser melhor do que comprar coisas
Há um estudo particularmente curioso sobre este assunto.
Investigadores de Harvard, da Universidade da Colúmbia Britânica e de outras instituições estudaram 6.271 pessoas nos Estados Unidos, Canadá, Dinamarca e Países Baixos. Verificaram que gastar dinheiro em serviços que libertam tempo estava associado a maior satisfação com a vida.
Depois fizeram uma experiência.
Os participantes receberam dinheiro para gastar, numa ocasião, numa compra material e, noutra, em algo que lhes poupasse tempo.
Quando utilizaram o dinheiro para ganhar tempo, relataram maior felicidade e menor pressão temporal no final do dia.
É interessante porque contraria parte daquilo que fazemos intuitivamente.
Quando começamos a ganhar mais, frequentemente usamos o rendimento adicional para comprar mais coisas.
Talvez devêssemos utilizar uma parte para comprar mais vida.
Delegar uma tarefa. Evitar uma deslocação. Libertar uma tarde. Prolongar uma viagem. Trabalhar menos algumas horas quando isso é possível.
Não para preencher imediatamente esse espaço com outra obrigação.
Para recuperar o tempo.
E quando finalmente temos tempo?
Há ainda outra questão.
Se amanhã nos oferecessem uma tarde completamente livre, saberíamos o que fazer com ela?
Estamos tão habituados a estímulos que o silêncio começa a incomodar.
Esperamos cinco minutos e pegamos no telefone.
Sentamo-nos sozinhos e procuramos imediatamente alguma coisa para ver.
Fazemos uma caminhada e levamos connosco música, podcasts, mensagens e notificações.
Até os momentos de descanso começaram a precisar de conteúdo.
Talvez a verdadeira liberdade seja conseguir sentar-nos numa esplanada, observar quem passa, conversar com alguém, caminhar sem destino ou simplesmente pensar.
Sem sentir que estamos a desperdiçar tempo.
Porque talvez seja exatamente nesses momentos aparentemente improdutivos que estamos verdadeiramente a utilizá-lo.
O luxo mudou
Continuarei a gostar de um bom restaurante, de viajar, de conhecer lugares novos e de todas as coisas agradáveis que a vida nos permite desfrutar.
Não há virtude especial em rejeitar o conforto.
Mas talvez devêssemos acrescentar uma nova medida à nossa ideia de riqueza.
Não perguntar apenas:
Quanto tenho?
Mas também:
Quanto do meu tempo me pertence?
Porque podemos passar grande parte da vida a trabalhar para conseguir aquilo que desejamos e descobrir, finalmente, que já não temos tempo para desfrutar do que conseguimos.
Talvez o verdadeiro luxo seja acordar sem despertador de vez em quando.
Tomar um café devagar.
Ficar mais meia hora à mesa porque a conversa está boa.
Viajar sem uma lista de lugares obrigatórios.
Ter disponibilidade para os filhos, para os netos, para os amigos e, também, para nós próprios.
Poder dizer: hoje não tenho nada marcado.
E não sentir culpa por isso.
Durante muito tempo medimos a riqueza pelo património que conseguimos acumular.
Talvez exista outra forma de a medir.
Rico também é aquele que ainda é dono do seu tempo.
Suplementação e Longevidade, uma Tendência Global que Está a Mudar a Forma Como Cuidamos de Nós.
A saúde e o bem-estar estão a deixar de ser vistos como preocupações pontuais, para passarem a fazer parte de um estilo de vida. E a suplementação encontra-se, hoje, no centro desta transformação internacional.
Os dados mais recentes revelam uma mudança clara no comportamento dos consumidores. Em 2026, a tendência global aponta para uma nutrição cada vez mais funcional, personalizada e orientada para a longevidade, com um interesse crescente por soluções ligadas à energia, ao equilíbrio, ao sono e ao envelhecimento saudável. O mercado acompanha esta mudança de forma expressiva. A Grand View Research estima que só o segmento mundial de nutrição personalizada e suplementos possa passar de cerca de 18 mil milhões de dólares em 2026 para perto de 49 mil milhões em 2033, um crescimento que revela bem a dimensão do fenómeno.
Da beleza exterior ao bem-estar interior
Há uma segunda tendência internacional que merece atenção, a de aproximar dois universos que durante décadas viveram separados, ou seja, a beleza e a saúde. Segundo a Euromonitor, uma parte crescente dos suplementos alimentares lançados nos últimos anos apresenta já algum tipo de posicionamento relacionado com a beleza. É a afirmação de um conceito que ganha força, o de cuidar da aparência também a partir da nutrição e do equilíbrio interior, ou seja, a beleza que se cultiva de dentro para fora.
É neste novo contexto que se posiciona a MIYUNA, uma marca de suplementação que aposta na integração entre bem-estar, ciência e inspiração, refletindo uma abordagem contemporânea à saúde, longevidade e qualidade de vida. A lógica deixou de ser simplesmente tomar vitaminas. O consumidor procura cada vez mais soluções pensadas para diferentes objetivos e fases da vida, e valoriza a composição, a funcionalidade e a qualidade acima da mera quantidade.
Importa, no entanto, dizê-lo com clareza e responsabilidade. Nenhum suplemento substitui uma alimentação equilibrada, o exercício, o descanso ou o acompanhamento de um profissional de saúde quando ele é necessário. A suplementação deve ser entendida precisamente por aquilo que o nome indica, ou seja, um complemento, e nunca uma solução por si só.
Uma nova forma de saber viver
Talvez seja esta a mudança mais interessante de todas. Cuidar de nós deixou de significar apenas tratar um problema quando ele aparece. A alimentação, o exercício, o sono, o equilíbrio emocional, a prevenção e a suplementação começam a fazer parte de uma visão integrada de qualidade de vida, em que cada peça contribui para um todo.
E isso também é a arte de saber viver. Porque viver mais anos pode ser, em boa parte, uma conquista da ciência. Mas viver esses anos com qualidade é, acima de tudo, uma escolha, e uma escolha que começa muito antes de a idade chegar.
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MG Cyberster: o regresso do roadster… agora elétrico
Há automóveis que nascem para responder a uma necessidade. Outros nascem para despertar uma emoção. O novo MG Cyberster pertence claramente ao segundo grupo.
Durante décadas, os roadsters de dois lugares foram sinónimo de liberdade, condução ao ar livre e prazer de conduzir. Hoje, quando praticamente todos os fabricantes estão concentrados em SUV elétricos, a MG decidiu seguir um caminho diferente: lançar um descapotável elétrico de dois lugares antes da Porsche, da Polestar ou mesmo da Tesla conseguir colocar os seus modelos no mercado.
É uma decisão interessante porque demonstra que a eletrificação não tem obrigatoriamente de significar automóveis iguais entre si. O Cyberster procura recuperar um conceito clássico utilizando uma tecnologia completamente nova.
Um posicionamento inteligente
O Cyberster entra num segmento praticamente vazio. Não porque não existam automóveis desportivos elétricos, mas porque ainda não existem verdadeiros roadsters elétricos acessíveis.
A estratégia da MG parece simples: oferecer um automóvel visualmente marcante, com prestações muito fortes e um preço significativamente inferior ao dos futuros concorrentes premium.
Existem duas versões.
A versão de entrada utiliza apenas um motor elétrico traseiro, debita 335 cv e acelera dos 0 aos 100 km/h em cerca de 5 segundos. A bateria de 64 kWh permite uma autonomia oficial bastante competitiva e, mais importante do que os números de laboratório, parece capaz de proporcionar aproximadamente 400 quilómetros de utilização real em condições normais.
A versão mais potente acrescenta um segundo motor dianteiro, passa para mais de 500 cv e transforma o Cyberster num automóvel capaz de acelerar como muitos superdesportivos. Curiosamente, ganha potência mas perde autonomia. É o preço de transportar uma bateria maior e quase duas toneladas de automóvel.
Design que respeita a tradição
À primeira vista é impossível não encontrar referências a vários ícones europeus.
As proporções fazem lembrar o Jaguar F-Type. O perfil longo recorda alguns Porsche. Há também quem encontre um toque de Alpine na silhueta. Talvez seja precisamente essa mistura que torna o desenho equilibrado.
O mais curioso é que este automóvel foi desenvolvido em Londres. Apesar de pertencer ao gigante chinês SAIC, a equipa de design procurou criar um roadster com uma identidade claramente europeia.
O resultado não pretende reinventar o automóvel desportivo. Pretende simplesmente ser bonito.
E consegue.
A capota elétrica desaparece elegantemente na traseira com um único comando e as portas de abertura vertical acrescentam um elemento teatral pouco habitual neste segmento. Não são apenas um exercício de estilo. Facilitam também a entrada e saída em lugares de estacionamento apertados.
Um interior surpreendentemente sofisticado
É provavelmente no habitáculo que muitos preconceitos desaparecem.
Durante muito tempo associámos a MG a automóveis económicos e pouco refinados. O Cyberster demonstra que essa imagem pertence ao passado.
Os materiais transmitem qualidade, os bancos são confortáveis e existe uma sensação evidente de boa montagem. Tudo parece pensado para uma utilização quotidiana e não apenas para impressionar numa fotografia.
O painel é dominado por três ecrãs posicionados diante do condutor. Cada um assume uma função específica: informações do veículo, condução e entretenimento. Existe ainda um pequeno ecrã central dedicado à climatização.
Pode não agradar a todos do ponto de vista estético, mas funciona com rapidez e apresenta gráficos extremamente fluidos. A tecnologia de processamento faz diferença e nota-se na resposta imediata do sistema.
É um automóvel claramente concebido para uma geração habituada a viver ligada ao smartphone.
Mas afinal… é um verdadeiro desportivo?
Aqui está a questão mais importante.
Depois de conduzido, percebe-se que o Cyberster não tenta ser um Lotus Elise elétrico. Nem pretende oferecer a precisão cirúrgica de um Porsche Boxster.
A sua personalidade aproxima-se mais de um Gran Turismo compacto.
Em cidade revela-se silencioso, confortável e muito refinado. Em autoestrada transmite uma sensação de estabilidade pouco comum num descapotável. E quando a estrada começa a desenhar curvas, surpreende pela competência.
Apesar do peso elevado, mantém um comportamento neutro e previsível. Não é particularmente agressivo nas mudanças de direção, nem oferece o melhor tacto de direção da categoria, mas consegue envolver o condutor de uma forma bastante natural.
Os 335 cv da versão de tração traseira parecem ser suficientes para explorar praticamente qualquer estrada pública com enorme facilidade.
Talvez seja precisamente essa versão a mais interessante.
Nem sempre mais potência significa uma experiência melhor. Nos automóveis elétricos, sobretudo com dois motores, a calibração entre os eixos torna-se decisiva. Um excesso de intervenção eletrónica pode retirar naturalidade à condução. É por isso que a versão mais simples poderá acabar por ser aquela que proporciona maior prazer atrás do volante.
Autonomia sem ilusões
Os números oficiais continuam a ser importantes, mas todos sabemos que representam condições muito específicas.
A MG anuncia autonomias superiores a 500 quilómetros em determinadas versões segundo o ciclo WLTP. Na utilização realista, esse valor será naturalmente inferior.
Ainda assim, os cerca de 400 quilómetros observados durante utilização normal na versão de 64 kWh demonstram algo relevante: este não é um automóvel pensado apenas para passeios de domingo.
É perfeitamente utilizável em viagens, escapadinhas ou deslocações diárias.
Também o carregamento rápido parece estar bem conseguido, permitindo recuperar autonomia a velocidades bastante competitivas para um automóvel deste segmento.
O Cyberster não substitui um Boxster. Propõe outra ideia.
Seria injusto comparar diretamente um MG Cyberster com um Porsche Boxster de combustão apenas porque ambos têm dois lugares e capota descapotável.
A filosofia é diferente.
O Porsche continua provavelmente a ser a referência para quem procura comunicação mecânica, direção precisa e envolvimento absoluto numa estrada secundária.
O MG apresenta outra proposta: silêncio, tecnologia, conforto, aceleração imediata e uma estética que recupera o romantismo dos roadsters clássicos.
Não procura convencer os puristas de que o motor elétrico é superior ao motor de combustão.
Procura demonstrar que ainda existe espaço para automóveis emocionais numa era dominada pela eficiência.
E essa talvez seja a maior virtude do Cyberster.
Num mercado onde quase todos os elétricos parecem cumprir a mesma missão, a MG decidiu construir um automóvel que convida simplesmente a baixar a capota, escolher uma estrada bonita e voltar a apreciar o prazer de conduzir.
Talvez o futuro do automóvel não esteja apenas na autonomia ou nos ecrãs. Talvez esteja também na capacidade de continuar a criar emoções.
A história da Baume & Mercier começa em 1830, quando os irmãos Louis-Victor e Célestin Baume abriram uma relojoaria em Les Bois, no Jura suíço. Rapidamente conquistaram uma reputação pela produção de relógios excecionais e inovadores. O negócio começou a expandir-se e, pouco depois, foi criada uma filial em Londres com o nome Baume Brothers.
No final do século XIX, a Baume & Mercier já gozava de uma reputação internacional, sendo particularmente reconhecida pelos seus cronógrafos e grandes complicações, nomeadamente repetidores de minutos, calendários e turbilhões.
William Baume estabeleceu posteriormente uma parceria com Paul Mercier, fundando a Baume & Mercier em Genebra, em 1918. Logo em 1919, a marca recebeu o Selo de Genebra, uma certificação de qualidade que representava, na época, uma das mais elevadas distinções da relojoaria.
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Em 1940, a marca lançou o Baume & Mercier Marquise, um relógio em ouro com formato de bracelete que se tornou um dos modelos mais populares da sua história. Este lançamento marcou também a entrada da empresa no universo dos relógios femininos, em particular através de peças com formas pouco convencionais.
Em 1973, a marca apresentou o Baume & Mercier Riviera, um dos primeiros relógios desportivos em aço do mundo. Para demonstrar a sua resistência e durabilidade, os engenheiros terão realizado um teste particularmente exigente, fixando o relógio às rodas de um automóvel de competição BMW durante as célebres 24 Horas de Le Mans.
Ainda durante essa década, a marca lançou o Baume & Mercier Stardust, modelo que conquistou o prestigiado prémio internacional Golden Rose of Baden-Baden.
Em 1988, a Baume & Mercier passou a integrar o Grupo Richemont e, desde então, alargou a sua coleção com numerosos modelos de sucesso.
Curiosidades sobre a Baume & Mercier
Em 1892, a Baume & Mercier venceu os testes de precisão de Kew, realizados no Observatório de Kew, com uma pontuação de 91,9, um resultado que permaneceu imbatível durante mais de uma década.
A empresa conquistou também dez Grand Prix e sete medalhas de ouro em exposições internacionais.
Entre as parcerias da Baume & Mercier encontra-se uma colaboração com o skateboarder francês Aurélien Giraud, que resultou num relógio produzido com componentes reaproveitados de um skateboard.
Os embaixadores da Baume & Mercier têm vindo de áreas muito diferentes, desde o chef distinguido com estrelas Michelin Michel Roth até surfistas e tenistas profissionais, cantores e atores.
Luxe Digital
The Underrated Excellence Of Baume & Mercier Watches
Algumas marcas de relógios de luxo, como a Rolex e a Omega, são conhecidas praticamente por todos, mesmo por quem pouco ou nada sabe sobre alta relojoaria. Outras, como a Baume & Mercier, são menos conhecidas. Mas manter-se um pouco fora dos holofotes também tem as suas vantagens, sobretudo quando falamos de preço.
Os relógios Baume & Mercier são elegantes, distintos, muito bem construídos e, para satisfação dos apreciadores de relógios, relativamente acessíveis. Um Baume & Mercier transmite frequentemente a imagem de um relógio mais caro do que realmente é. E isso é, sem dúvida, um argumento interessante.
Preços dos relógios Baume & Mercier
Quanto custa um relógio Baume & Mercier?
O preço de entrada de um relógio Baume & Mercier começa nos 600 euros, para um modelo Baume de quartzo com indicação de data.
Os preços da coleção Baume & Mercier Riviera começam nos 1.800 euros. No extremo superior da gama, alguns relógios Baume & Mercier ultrapassam os 26.000 euros.
Qual é o relógio Baume & Mercier mais caro?
O relógio Baume & Mercier mais caro é o William Baume Flying Tourbillon, com um preço de 75.000 euros, uma nova edição do William Baume Tourbillon da marca.
Este relógio está limitado a apenas 10 exemplares em todo o mundo.
Veja como este modelo se compara aos relógios mais caros do mundo.
Qual é o relógio Baume & Mercier mais barato?
O relógio Baume & Mercier mais acessível é o Baume Quartz Date Display, atualmente comercializado por cerca de 600 dólares.
Também é possível adquirir o intemporal Baume & Mercier Classima por cerca de 1.050 Euros.
Os preços da coleção Baume & Mercier Riviera começam nos 1.800 Euros.